quinta-feira, 10 de junho de 2010

Segurança Pública aprova anistia a policiais e bombeiros de Rondônia

O substitutivo apresentado ao projeto de Valverde amplia o benefício da anistia para outros estados da federação


A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou ontem (9), o projeto de lei do nº 6882/2010, de autoria que estende anistia aos policiais e bombeiros de Rondônia, punidos por participar de movimentos reivindicatórios.

A proposição altera aos artigos 1 e 2 da Lei 12.191 de 13/01/2010, que concedeu o benefício aos policiais e bombeiros de militares do Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso, Ceará, Santa Catarina e Distrito Federal, excluindo Rondônia.

De acordo com Valverde os servidores de Rondônia também participaram das manifestações tendo seus líderes perseguidos politicamente, e que, portanto a anistia também precisa ser concedida aos policiais e bombeiros do estado.

“ A lei promulgada este ano, seria mais meritória, se não esquecesse de ter incluído os policiais e bombeiros militares de Rondônia, que no período da lei, também participaram de movimentos reivindicatórios de repercussão nacional, sofrendo muitos perseguição e violência”, observou.

Para o relator da matéria deputado Laerte Bessa (PSC/DF) é preciso corrigir também a situação constrangedora em outras unidades da federação, o que ensejou a ampliação da anistia para outros militares estaduais.

Bessa, que apresentou um substitutivo incluindo também os civis, elogiou a iniciativa de Valverde e disse que acredita no êxito da proposição. “Sobre o ponto de vista da segurança pública, não há como negar o seu mérito, porém, percebemos que os policiais civis também foram deixados de fora, motivo pelo qual propomos substitutivo que engloba todos os casos que devem receber a anistia anteriormente apreciada e aprovada”, disse.

A matéria ainda será analisada pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e Constituição e Justiça e de Cidadania.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Valverde diz que Plano Safra tem modificado a agricultura brasileira

O Deputado Eduardo Valverde (PT/RO), elogiou hoje no Plenário da Câmara, a ampliação dos investimentos do Governo Federal, ao Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 que ofertará financiamentos de R$ 60,7 bilhões a juros fixos de 6,75% ao ano, de um total de R$ 116 bilhões previstos para os produtores rurais financiarem a safra que começa em julho.

Segundo Valverde a cada ano o governo está melhorando a agricultura do Brasil, dando mais qualidade aos programas, seja nas taxas de juros ou na criação de novas linhas de crédito. Ele lembrou que no programa o ano passado, a política adotada foi a agricultura familiar. “No Plano Safra 2009 a agricultura familiar teve a destinação de mais de 14 bilhões de reais, uma preocupação que surtiu efeito”, disse.

Já no plano deste ano, reforçou o parlamentar o destaque foi a criação do programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), destinado a financiar práticas na lavoura que reduzam a emissão dos gases de efeito estufa. Serão R$ 2 bilhões destinados a esse tipo de financiamento. Ao todo serão aplicados R$ 3,150 bilhões para estimular a sustentabilidade por meio de práticas agronômicas que preservem o meio ambiente e aumentem a produtividade.

Além dos recursos do ABC, haverá R$ 1 bilhão em créditos, pelo Programa de Incentivo à Produção Sustentável do Agronegócio (Produsa), e R$ 150 milhões, pelo Plantio Comercial de Recuperação de Florestas. Os produtores que optarem por adotar sistemas de plantio direto na palha (que protege o solo, evitando o processo erosivo) poderão ter, ainda, R$ 2 bilhões em financiamentos de custeio - valor que corresponde a um acréscimo de 15% sobre a estimativa de R$ 15 bilhões para esse tipo de plantio.

Linha especial - Outra novidade é a criação de uma linha especial para médios produtores rurais. O Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) terá R$ 5,65 bilhões, e a taxa de juros mais baixa, de 6,25% ao ano, atenderá produtores com renda bruta anual de até R$ 500 mil. O limite de financiamento é de R$ 275 mil (custeio) e R$ 200 mil (investimento).

Ministério da Defesa confirma a Valverde doação de área para gleba Iquê

As 170 famílias da gleba utilizarão a área para o plantio de subsistência

Em reunião nesta quarta-feira (9) com o Secretário de Organização Institucional do Ministério da Defesa, Ari Matos Cardoso, o Coordenador da Bancada de Rondônia, deputado Eduardo Valverde (PT) pediu a oficialização da doação de 18,560 mil hectares para a Gleba Iquê, localizada a 34 Km de Vilhena.
As 170 famílias da gleba que utilizavam a área para o plantio de arroz, soja, milho, mandioca, abacaxi, urucum, foram expulsas por fazendeiros da região, que através da força tem tomado posse da área pertencente à União.
Com a oficialização da doação da área para a Secretaria de Patrimônio da União, conforme explicou Valverde, além de serem retirados os posseiros atuais, a gleba poderá ser incluída no Programa Terra Legal, e receber todos os benefícios disponibilizados pelo programa.
O Programa Terra Legal, desenvolvido pelo Ministério do Desenvolvimento tem com principal objetivo a regularização fundiária de imóveis rurais nas áreas pertencentes à Amazônia Legal. E em Vilhena está voltado para os agricultores das Glebas Corumbiara e Iquê.

O representante dos Trabalhadores Rurais da Gleba, Sr. José Sobrinho reforçou a necessidade de se regularizar a doação, para que as famílias que precisam da área para sua sobrevivência, possam plantar em paz. “Nós estamos sofrendo constantes  pressões de grileiros. A área a ser utilizada é para nosso  consumo e sobrevivência”, disse.
Segundo Sobrinho, o Ministro da Defesa e Exército já fizeram sua parte ao oficializarem o repasse das terras, mas agora cabe ao INCRA dá continuidade ao processo de regularização fundiária.  
Diante desse trâmite, o deputado Valverde já solicitou audiência com o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Valverde diz que construção de gasoduto Urucu/Porto Velho deveria fazer parte da Política Nacional de Gás Natural

Para o deputado Valverde o investimento no gasoduto se justifica diante do consumo interno.



O deputado Eduardo Valverde (PT/RO) participou na manhã desta quarta-feira (9) na comissão de Minas e Energia de audiência pública sobre a política nacional de gás natural.

Entre os assuntos defendidos pelo parlamentar está a construção sobre a viabilidade do gasoduto Urucu/Porto Velho. O empreendimento, segundo Valverde, garantiria o fornecimento de energia elétrica aos estados do Amazonas, Rondônia e Acre, a partir da utilização do gás natural proveniente da bacia do Solimões, no Estado do Amazonas, em substituição ao óleo combustível.

Pelos dados da Petrobras, as reservas de gás existentes naquela região totalizam mais de 100 bilhões de metros cúbicos. E, o projeto inicial do gasoduto era permitir o escoamento inicial de aproximadamente 5 milhões de metros cúbicos diários de gás natural, para as cidades de Manaus e Porto Velho, ligando gasodutos de Coari a Manaus, com aproximadamente 420 quilômetros de extensão, e outro até Porto Velho, com cerca de 550 quilômetros

A responsável pela diretoria de gás da Petrobras, Graças Foster disse que a construção do gasoduto dependerá do comportamento da economia rondoniense, que precisa para absorver o gás produzido e transportado.

Porém ela reconheceu que o consumo de gás natural no Brasil voltou a atingir patamares semelhantes aos registrados antes da crise econômica mundial, que teve início no final de 2008. Ela participou de audiência pública sobre a Política Nacional de Gás Natural realizada pela Comissão de Minas e Energia.

Segundo Foster, ontem, por exemplo, foi registrado consumo de 40 milhões de metros cúbicos de gás. Desde 2008, não era registrado número tão alto. No auge da crise, em dezembro de 2008, o consumo diário de gás chegou a cair ao patamar de 25 milhões de metros cúbicos por dia. Foster atribui o pico de consumo à retomada do crescimento industrial. Conforme a diretora, 80% do consumo de gás natural no Brasil é da indústria. Ela lembrou que 84% de toda a energia gerada no país tem base hídrica; apenas 6% vem do gás natural.

Para o deputado Valverde o investimento no gasoduto diante desse consumo se justifica, principalmente, porque não se pode ficar na dependência da chuva para a geração de energia para o País.


Valverde cobra de presidente da Embrapa transferência de tecnologia para aumentar a sustentabilidade e a competitividade da agricultura familiar

O presidente da Embrapa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Dr. José Geraldo em reunião nesta quarta-feira (9) com o deputado Eduardo Valverde (PT/RO) apresentou o Plano de Trabalho das ações da empresa para a região Norte.

Conforme José Geraldo, em Rondônia a Embrapa tem investido em pesquisa visando a integração Lavoura/Pecuária/Floresta. Seguindo essa linha, a ação proposta é a diversificação de atividades em propriedades rurais e oferecendo alternativas para a recuperação sustentável de pastagens degradadas, evitando a abertura de novas áreas de floresta.

"Nós temos na Amazônia, como no resto do Brasil, áreas muito extensas de pastagens degradadas. Porém, a nossa filosofia, é o desmatamento zero. Queremos agir em áreas alteradas, recuperar essas áreas pouco produtivas e torná-las mais produtivas, sem a necessidade de abrir novas áreas", disse.

Esse também foi o foco apresentado ontem, em audiência realizada na Comissão da Amazônia, onde entre os principais problemas apresentados na região amazônica pela Embrapa, foi a destruição da floresta para dar lugar a pecuária extensiva e a produção de carvão.

Valverde lembrou que para que o problema seja resolvido são necessárias alternativas para o crescimento econômico aliado o desenvolvimento sustentável.

O parlamentar frisou também, que é necessária a transferência de tecnologia para aumentar a sustentabilidade e a competitividade da agricultura familiar.

Segundo o deputado sem acesso às tecnologias o desenvolvimento sustentável na Amazônia é quimera. “Não podemos falar em aumentar a produtividade sem ensinar ao homem do campo com fazer”, ressaltou.

Em contrapartida, o presidente da Embrapa pediu apoio ao deputado para interceder na aplicação da dotação orçamentária da União para que sejam contratados mais técnicos para se implantar treinamentos e pesquisa pelo Brasil.

"Quando há um processo de desertificação é porque todos os mecanismos de controle ambientais falaram", disse Valverde em Audiência na Comissão da Amazônia‏

Valverde:“O dado sugere que está acontecendo na região algo que os cientistas temiam: o desmate esta migrando para florestas mais densas, cuja destruição polui mais”.



A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional realizou nesta terça-feira (8) audiência pública para discutir o Plano Nacional de Combate a Desertificação na Amazônia e no Nordeste.

Segundo o autor da audiência, deputado Eduardo Valverde (PT/RO) a Caatinga vem perdendo por ano uma área de sua vegetação nativa equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo, restando, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, pouco mais de 53% da cobertura vegetal original. A principal causa do desmatamento, segundo ele, é a produção de energia. “A mata nativa é transformada em lenha e carvão destinados a abastecer siderúrgicas nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo”.

No caso da Amazônia, o deputado assinala que as emissões de carbono por desmatamento subiram quase duas vezes mais do que a derrubada em si entre agosto de 2009 e janeiro deste ano. “O dado sugere que está acontecendo na região algo que os cientistas temiam: o desmate esta migrando para florestas mais densas, cuja destruição polui mais”.

Valverde avaliou que o Brasil está longe de um perfeito uso dos instrumentos disponíveis contra a desertificação. Ele apontou falhas na execução de políticas pelos órgãos ambientais, principalmente das secretarias estaduais, que considera frágeis e desarticuladas com o governo federal.



Eduardo Valverde adverte ainda que a Política Nacional de Combate à Desertificação está parada na Câmara. Atualmente, segundo ele, apenas o estado de Pernambuco criou um plano de combate a desertificação.

Segundo os debatedores, a principal causa do desmatamento é a extração de madeira para produção de carvão vegetal. O Ibama informou que só em 2009 foi embargada a extração ilegal em 517 hectares, houve R$ 15 milhões em multas e foram apreendidos 498 metros cúbicos de madeira.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Iêdo Bezerra Sá a lenha e o carvão vegetal são a terceira fonte de energia mais usada no País — só perdem para a energia hidrelétrica e para o petróleo e os seus derivados.

Diante dessa situação, ele apontou alternativas, como o manejo sustentável da madeira: "Há cinco anos, havia 17 programas de manejo ambiental em Pernambuco, e hoje existem 320. Outros caminhos seriam recuperar as áreas já degradadas e plantar floresta para colher, como se planta feijão e milho.”

Ele observou que seria possível manter o uso da matriz energética de lenha e carvão, mas de uma forma sustentável. Hoje, só 7% do território da Caatiga são protegidos em unidades de conservação e 0,24% em terras indígenas.

O representante do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Egon Krakhecke, informou que órgão tem feito um grande esforço para acabar com o desmatamento nas regiões norte e nordeste. Ele informou que o serviço de monitoramento que tem sido feito por satélite tem auxiliado de maneira surpreendente o planejamento de ações de fiscalização mais efetivas no bioma, a exemplo do que já acontece na Amazônia.

Krakhecke, falou ainda sobre o Plano Nacional de Combate à Desertificação, que abrange uma área de 1,3 mil quilômetros quadrados ocupada principalmente pela Caatinga, mas também pelo Cerrado. A região inclui o Nordeste do País e o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

"Três dos 11 estados com áreas suscetíveis de desertificação já concluíram os seus planos de ação, que contêm um conjunto não só de diretrizes, mas de iniciativas concretas", afirmou Krakhecke.

Para o representante da EMBRAPA, Dr. Iedo Bezerra Sá, o maior problema da desertificação é ainda o manejo inadequado do solo, principalmente o extrativismo em que se utiliza em excesso a queima para o carvão e produção de energia.

Iedo frisou que é possível ser reverter a situação com a recuperação do solo, reflorestamento e, sobretudo, o manejo sustentável. “A proteção dos biomas brasileiros é necessário, com o aprimoramento da ação do Estado e o controle do desmatamento, incluindo ações de fiscalização”, concluiu.

Código Florestal_ Sendo discutida também em audiência alterações no Código Florestal, o deputado Eduardo Valverde levantou a questão na audiência pública proposta por ele.

Para o parlamentar petista, as tentativas de mudança no código florestal são perigosas, pois as alterações sugeridas, segundo ele, “não é para melhorar o controle, mas sim, flexibilizar as punições além de enfraquecer os órgãos de controle.

A preocupação maior do parlamentar, sobretudo em sua região, Rondônia, é que o desmatamento está acelerado principalmente em áreas de cerrado, onde a desertificação tem sido freqüente por falta de controle ambiental.

“A Amazônia não está isolada, ela faz fronteira com vários biomas. Há regiões de cerrado com processo acelerados de desmatamento para dar campo ao plantio da agricultura mecanizada, uso do solo sem controle ambiental e, já começa a surgir sinais de desertificação”, ressaltou.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Deputado Valverde elogia bom gerenciamento do Frigorífico Areia Branca

O deputado Eduardo Valverde (PT/RO) e o deputado estadual Ribamar visitaram nesta segunda-feira (7) a frigorífica Areia Branca.

O Areia Branca foi a primeira empresa de Porto Velho a receber do prefeito Roberto Sobrinho o selo de inspeção fornecido pela Prefeitura, através da Secretaria da agricultura (Semagric).

Em sua visita ao cerca de 70 funcionários, Valverde ressaltou a importância da busca pela qualidade para elevar a produtividade e a competitividade não só em Rondônia, mas em todo o Brasil.

Para o deputado, o selo de inspeção, fornecido pela Semagric representa segurança para a população, que consumirá produtos com selo de qualidade, declarou.

Segundo Valverde, o frigorífico é uma mostra de profissionalismo posta em ação e um exemplo a ser seguido em todo o estado.

Em sua fala os trabalhadores Valverde falou do programa de governo do PT que prima pelo desenvolvimento, que é a garantia de manutenção dos empregos . “O governo de Rondônia precisa dispor de meios para induzir o desenvolvimento, e dessa forma melhorar o estado e a vida dos que nele moram e trabalham”, reforçou o parlamentar.

O parlamentar que é membro da Frente da Agricultura e Pecuária na Câmara dos Deputados, disse da necessidade da implantação de políticas de apoio as atividade rurais em Rondônia. Ele frisou a necessidade do planejamento visando o desenvolvimento sustentável, onde se prioriza ações sem desmatamento para pastagem.

Também disse da importância de melhoramento em todos os modais de transporte para que haja um melhor escoamento da produção rondoniense.

Deputado Valverde prestigia Gente da Mesma Floresta e Arraial Flor do Cacto‏

Prestigiar e apoiar a cultura no estado, através da valorização dos artistas locais. Essa é a temática do deputado Eduardo Valverde (PT/RO) que prestigiou neste final de semana em Porto Velho do "Gente da Mesma Floresta". Valverde foi um dos apoiadores para realização do evento através de recursos via emenda parlamentar.

Para Valverde a região norte é rica em cultura e tradições, que postas em música e melodias exalta o ribeirinho, o quilombola, o indígena e todos os povos amazônidas.

“ A diversidade cultura e folclórica deste povo é riquíssima, mas antes de mostramos ao mundo nossa cultura, é preciso que a valorização comece aqui. Por isso, é que apoiamos e incentivamos festas como essa”, disse.

O evento promovido pela Fundação Municipal de Cultura Iaripuna em parceria com o Sesc/RO, mobilizou a cidade e contou com a participação dos compositores Nilson Chaves (Pará), Eliakin Rufino (Roraima), Graça Gomes (Acre) Célio Cruz (Amazonas), Zé Miguel (Amapá) e Bado (Rondônia).

O presidente da Iaripuna, Altair Santos, agradeceu o apoio do parlamentar ao evento, e de sua ação em prol difusão cultural no estado. Altair reforçou também o envolvimento da prefeitura na programação como um primeiro passo para o trabalho de integração regional que a Fundação está programando e que vai envolver artistas locais e de outros Estados da Amazônia.

Arraial Flor do Cacto_ Além da festividade "Gente da Mesma Floresta", o deputado Eduardo Valverde e o presidente do PT de Porto Velho, Tácito Pereira e prestigiaram também o Arraial Flor do Cacto.

Como amante e incentivador do folclore, Valverde garantiu para os festejos juninos mais de R$ 200 mil via Federação do Folclore de Rondônia.

Na ocasião foram premiadas as quadrilhas e bois bumbas que irão disputar o Arraial Flor do Maracujá. A flor do Cacto é a principal festa folclórica da zona sul de Porto Velho e é marcada pela a rivalidade entre os competidores, de forma festiva e alegre.

Deputado Valverde participa de carreata com mototaxistas e fala sobre a importância da atividade nos municípios

"Os serviços prestados pelos mototaxistas são indiscutíveis, sobretudo em pequenos municípios em que a motocicleta é o meio mais eficiente de transporte ofertado à comunidade”, disse.

Em comemoração a entrega das 574 placas aos mototaxistas, formalizando desta forma a prestação de serviços em Porto Velho, que o deputado Eduardo Valverde (PT), participou nessa segunda-feira (7) de uma grande carreata pelas principais vias da capital.

Segundo Valverde, para vigorar a regulamentação da profissão no estado, foi necessário um forte diálogo. Isto porque, explicou o deputado, os municípios precisaram se reestruturar e construiu um diálogo com os interessados para construir um regulamento que protegesse o usuário, na prestação dos serviços e ainda, garantisse renda ao profissional.

“A concessão do serviço de mototaxi é exclusivo das municipalidades e as prefeituras precisam se reestruturar para fiscalizarem a prestação de serviços e garantias de direitos. O serviço, não é tão somente a entrega de uma concessão, mas sim um serviço regulado que proteja o cidadão e garanta estabilidade ao trabalhador”, ressaltou.

A preocupação de Valverde pela categoria não é recente. É de sua autoria o projeto de lei (6901/2010) que estende a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a compra de motocicletas. Além de introduzir nas normas do FAT (Fundo de amparo do Trabalhador) linhas de financiamento subsidiado existente para compra de taxi e caminhões.

Valverde explicou que a isenção já existe para taxistas, portadores de deficiência física, visual ou mental e autistas, e que o serviço prestado pelos mototaxistas é uma necessidade em muitos municípios, sobretudo os pequenos, que tem uma carência de transporte público e, que diante disso é preciso dar condições para uma melhor prestação de serviços.

"O alcance social da isenção é indiscutível, além do que em muitas localidades a motocicleta é o meio mais eficiente de transporte ofertado à comunidade”, disse.

Conforme Valverde, cerca de 2,8 milhões de pessoas trabalham hoje sobre motos no país, dos quais algo em torno de 600 mil são mototaxistas em cerca de 3 mil 500 municípios.

Também preocupado com a segurança dos usuários dos mototaxis, e também dos profissionais, o projeto de Valverde prevê ainda medidas de prevenção a acidentes. Em todos os estados que passam a ter o serviço regulamentado terão que exigir treinamento dos profissionais, além da exigência dos equipamentos de segurança.

Participaram também da carreata com vereadores Erminio Soares, Cláudio da Padaria, Elis Regina, Mariana Carvalho , Jean de Oliveira além de várias cooperativas, entre elas: Asmaderon, Cooptran, Cooperloc, Sindmotos, Coopnorte, CoopBrasil, entre outras.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Valverde propõe um novo jeito de fazer política durante encontro do PT

Valverde: Vamos fazer um governo que respeite os cidadãos, os municípios, os recursos públicos, e que apresente soluções viáveis para os problemas enfrentados pela população.

O pré-candidato ao governo de Rondônia pelo Partido dos Trabalhadores, Eduardo Valverde, empolgou a multidão de militantes e convidados durante o Encontro Estadual do PT, realizado neste fim de semana em Porto Velho, destinado a confirmar as pré-candidaturas ao governo do Estado, ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa.



Valverde foi bastante aplaudido quando propôs um novo jeito de fazer política em Rondônia, com transparência, participação popular, e com um governo que respeite os cidadãos, os municípios, os recursos públicos, e que apresente soluções viáveis para os problemas enfrentados pela população.



O encontro foi dirigido pelos membros do Diretório Estadual do PT, incluindo o prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, um dos coordenadores das campanhas de Dilma Rousseff à Presidência da República, de Fátima Cleide à reeleição para o Senado, e de Eduardo Valverde para governador.



Nos dois dias em que foi realizado, o evento petista recebeu a visita de líderes de outros partidos, como o senador Acir Gurgacz, do PDT, que já declarou apoio às candidaturas de Dilma para Presidente e de Fátima para senadora.



No sábado, dia 05/06, os delegados ao encontro do PT discutiram estratégias, política de alianças, e receberam as orientações do partido para as eleições deste ano.



No domingo, dia 06/06, o evento destinou a maior parte do tempo à escolha dos pré-candidatos que disputarão vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. O partido optou por lançar candidatos em todas as regiões do Estado, representando todos os segmentos da sociedade.



A senadora Fátima Cleide, pré-candidata à reeleição, participou de todas as atividades e também fez um pronunciamento à militância petista. Ela destacou a importância do envolvimento da sociedade para eleger o melhor projeto para Rondônia e para o país. “No momento adequado, a partir da convenção e desde o primeiro dia autorizado pela Justiça Eleitoral, cada militante que está aqui, cada eleitor, cada cidadão ou cidadã deste Estado, deve se empenhar para que possamos dar continuidade às mudanças implantadas pelo governo Lula, e para que as mudanças em Rondônia se iniciem de fato”.



O pré-candidato a governador, Eduardo Valverde, apresentou uma prévia do que será o plano de governo do PT para Rondônia. “Estamos construindo um plano de governo participativo. Para isso, estamos ouvindo a sociedade. Já promovemos um debate sobre segurança, outro sobre desenvolvimento econômico, e também um evento sobre agronegócio. Ainda vamos ouvir os demais setores, e assim, governar para todo o povo de Rondônia, e não apenas para um grupo”, disse.



Valverde destacou que Rondônia vive o seu melhor momento econômico. Porém, é preciso eleger um governo responsável, que saiba aproveitar esse momento e transformar as oportunidades em benefícios para a população. “Temos proposta para manter o nível de emprego após a conclusão das obras das usinas hidrelétricas e das pontes do rio Madeira. Vamos desenvolver projetos de requalificação dos trabalhadores visando ao aproveitamento da mão-de-obra em outros setores. Vamos incentivar as micro e pequenas empresas, sem esquecer das grandes empresas. Vamos apoiar a agricultura familiar, as pequenas propriedades, sem deixar de lado a produção em larga escala. Vamos aproveitar os recursos naturais de Rondônia para tirar proveito em favor da população, preservando as florestas e os rios”, disse Valverde.



“Tudo isso é possível se o governo tiver vontade política. E isso nós temos. Rondônia precisa ser vista lá fora como um Estado que tem a sua importância para o país. Não podemos mais aceitar que a corrupção seja a principal imagem de Rondônia perante o país”, finalizou Valverde, recebendo muitos aplausos.



O Encontro Estadual do PT terminou na tarde deste domingo com uma grande festa popular na região central de Porto Velho.